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Nomadico chega ao Brasil com um modelo de coliving em parceria com proprietários locais

A communidade em trilha

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O espaço de coworking

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A communidade da Nomadico

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Florianópolis, Rio de Janeiro e Pipa são os primeiros destinos de uma proposta que transforma casas brasileiras em colivings e mantém renda na comunidade local

Receber nômades digitais trouxe uma nova vida para a nossa comunidade local”
— Cleide, parceira da Nomadico em Florianópolis
RIO DE JANEIRO, RIO DE JANEIRO, BRAZIL, July 28, 2026 /EINPresswire.com/ -- O nomadismo digital não é uma moda; é uma realidade. E o Brasil não quer ficar de fora.

Por muito tempo, o país não teve alternativas para quem queria mais do que um hotel ou um apartamento alugado. Nenhuma opção oferecia o sentido de pertença, a comunidade.

Isso mudou em agosto de 2025, com a chegada da Nomadico. Fundada em 2022, a empresa já recebeu mais de 1.200 nômades em todo o mundo, com média de 4,9 estrelas no Google. É uma empresa que os digital nomads escolhem tanto em destinos improváveis como Marrocos e Cidade do Cabo, quanto em outros já mais familiares, como Ericeira ou Medellín. No Brasil, o modelo é o mesmo: uma parceria com hospedagens locais nas cidades reconhecidas para atrair uma nova audiência que não quer só visitar um destino, mas viver nele.

Assim, os nômades conseguem habitar as cidades por longos períodos, conhecer pessoas tanto locais quanto estrangeiras e aproveitar o país de um jeito mais real. O que diferencia a Nomadico de outras plataformas é que funciona como vitrine global das hospedagens brasileiras que desejam cativar viajantes buscando a mistura perfeita entre privacidade e comunidade na mesma casa.

A Nomadico não compra imóveis nem substitui os donos locais. Faz parceria com proprietários brasileiros que já têm seus espaços, muitas vezes em períodos de baixa temporada, para transformar casas subutilizadas em colivings ativos. Os nômades, que ficam semanas ou meses, gastam no comércio local, frequentam os mesmos lugares que os moradores e criam vínculos com a cidade, em vez de só passar por ela. É uma alternativa concreta ao turismo de massa que pressiona os bairros e encarece o aluguel para quem vive lá.

Em agosto de 2025, Floripa foi o primeiro destino: três casas na Barra da Lagoa, cada uma com sua identidade, mas com a mesma proposta. “Desde o primeiro contato com a Nomadico, senti que fazia todo sentido a parceria. A oportunidade de receber e acolher nômades digitais tornou-se enriquecedora e trouxe uma nova vida também para a comunidade local”, diz Cleide, proprietária da casa Radda, onde os espaços são pensados exclusivamente para o bem-estar, o contato com a natureza e a troca de experiências. Em menos de um ano, 67 pessoas já conheceram Floripa em modo nômade.

Logo depois, abriram as portas em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. O bairro, longe dos circuitos mais movimentados, oferece exatamente o que a proposta da Nomadico promete: viver de um jeito bem carioca. Pauline gerencia a Casa da Gente há mais de vinte anos e, durante a maior parte desse tempo, recebeu turistas de passagem. Com a Nomadico, desde janeiro de 2026, 46 nômades já escolheram Santa Teresa como base de trabalho e vida.

“A parceria com a Nomadico trouxe uma nova energia. Depois de tantos anos recebendo turistas de curta estadia, foi uma mudança real hospedar nômades digitais que ficam por mais tempo, trabalham na casa e compartilham uma experiência de comunidade genuína por meio das atividades coordenadas pela Community Manager”, conta Pauline, que destaca também o retorno financeiro. “Tem sido uma parceria valiosa financeiramente, com uma taxa de ocupação mais alta, e pessoalmente, com a sensação de ter encontrado parceiros de verdade na equipe jovem e dinâmica da Nomadico”.

O próximo passo no Brasil é Pipa, no Rio Grande do Norte, com abertura prevista para agosto de 2026. Para a Nomadico, o Brasil representa mais do que novos destinos. É uma oportunidade de mostrar que o nomadismo digital pode ser uma força positiva para as economias locais, criando conexões reais entre viajantes e moradores. O modelo, já testado em mais de dez países, parte de uma premissa simples: quando os benefícios ficam na comunidade, todo mundo ganha. O nômade tem uma experiência mais autêntica. O proprietário local tem uma nova fonte de renda. E o Brasil, com sua diversidade e seu talento para receber, tem tudo para ser um dos destinos mais importantes da rede.

Fernanda Pérez Díaz
Nomadico
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Nomadico Rio de Janeiro

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